terça-feira, 26 de abril de 2011

Why not?

Talvez alguma pessoa pouco informada a respeito de este espaço possa levantar a premissa de que é um veículo preconceituoso. Mas, não. E conversamos a respeito de preconceitos em uma publicação anterior, leia.
De qualquer maneira, não se é contra à cultura desenvolvida por um grupo, desde que essa cultura, que inserida na cultura geral se torna subcultura (ou infracultura para não soar pejorativo), não venha a prejudicar a formação e amadurecimento dos demais.
Por exemplo, a infracultura reggae é uma expressão musical muito bela, mas que é implicitamente (e infelizmente) associada ao uso de maconha, todavia, desde os que têm predileção pelo reggae não sejam apologistas do uso de drogas, então está tudo bem.
E o conselho dado aos rapazes, também serve para os rapagões sobre o uso de tóxicos!
Como seres humanos nós temos o direito de não concordar com a postura das outras pessoas, mas, se essa postura não prejudica a elas mesmas nem aos demais, nós devemos respeitar.
Compreendo que ninguém pegou emprestado o do outro para fazer o que bem lhe aprazia, mas prejudicou a si mesmo no fim das contas quando se submete a fazer o que não lhe agrada, e até que se promove (implícita ou explicitamente) o contrário, o sexo anal entre homens, ou mais amplamente dito, sodomia é considerada uma das práticas sexuais de alto risco.
Poucos sabem que heterossexuais que praticam o coito anal com mulheres também praticam sodomia. E é isso que está sendo divulgado atualmente, até pelas próprias mulheres como se fosse obrigatório.
Repito: "ninguém pegou emprestado o do outro", mas vamos ler o outro lado da história (sem trocadinhos):

(01) Como a mulher e o homossexual podem sentir prazer no sexo anal?
Não creio que a palavra certa seja prazer, uma vez que a penetração do ânus pelo pênis é dolorosa e desconfortável, pois o esfíncter anal (músculo que controla a saída das fezes) e o reto, não são órgãos copuladores. Pode ser que seja uma maneira de satisfazer o parceiro(a) ou não correr o risco de uma gravidez. Existem riscos nesta prática, como a laceração (ruptura) numa penetração mais intempestiva, com incontinência fecal ou fístula anal. A mucosa retal é muito absorvente (supositório), com isto aumentando a chance de contrair DST, como AIDS. Isto sem falar do risco de fratura de pênis (corpos cavernosos), ruptura do freio bálano-prepucial, e corpo estranho retal, como preservativos, vibradores, frascos de vidro, desodorantes, etc.
(02) Após o sexo anal sem lubrificante meu ânus sangrou um pouco. O que aconteceu?
O ânus tem um forte tônus muscular para evitar a saída das fezes e gazes. Este tônus ante o atrito com o pênis ereto pode machucar sua delicada mucosa interna e consequentemente sangrar. O ideal é que a penetração anal seja bem lubrificada (KYGel, por exemplo) para evitar fissuras e até rupturas do ânus e do reto. Pelo que você disse, deve ser apenas alguma fissura, pois o sangramento foi pouco. Evite o sexo anal por alguns dias, mas fique atento que você pode se ferir novamente sem usar a lubrificação adequada.
(03) Em toda relação sexual (anal/vaginal) ocorre o rompimento de "veias" ou "vasos sanguíneos", havendo a liberação de sangue, mesmo que invisível à olho nú?

O natural é que a penetração seja vaginal, que é o órgão "receptor" do pênis, para tanto, é elástica, lubrifica-se com a excitação, é pouco absortiva em relação aos componentes do esperma. Tudo isto colabora para que o trauma seja mínimo. Uma relação sem os preâmbulos (excitação) pode resultar em laceração, macro ou microscópica, com absorção dos componentes depositados na vagina, inclusive vírus, como AIDS, hepatite C, B e Delta, etc. O mesmo pode-se esperar no pênis.

No ânus e reto, locais não idealizados para o sexo (sodomia), existe uma musculatura mais forte e nenhuma lubrificação natural. A elasticidade é substituída pela profundidade, muito maior que a vagina. A absorção, mesmo com mucosa íntegra existe, pois a mucosa intestinal é absortiva, podendo haver contaminação. Isto tudo, associado ao provável trauma microscópico, faz da relação anal uma prática perigosa aos dois participantes: Fratura de corpos cavernosos no homem (e futuro Peyronie) e laceração ou ruptura anal na mulher ou homem, sem falar das DST. [1]
(04) O pênis pode "quebrar" quando ereto?

A fratura dos corpos cavernosos pode acontecer quando há um trauma durante a relação em qualquer posição, isto é, o pênis ereto sai da vagina e ao tentar penetrar novamente encontra um obstáculo (nádega, coxa, púbis, períneo (entre a vagina e o ânus)) e sofre uma angulação súbita e vigorosa. Observamos com mais freqüência nas relações sexuais quando a mulher está por cima e nas relações sodômicas (anal). [2]
E se essa história de penile fracture parece piada, veja o que acontece com o infeliz.

Fontes de pesquisa: wikipedia mulher.terra website.scielo website.uro

Imagem: Extraída da Internet, site de busca Google Imagem

domingo, 10 de abril de 2011

Esfregar e colocar, é só começar!

Conversamos anteriormente sobre atração afetiva que nos leva à atração física no terceiro nível de intimidade. Às vezes, tudo tem início com uma simples masturbação e estímulo mútuo,como vimos na publicação third level do blog XXI-XXVIII.

Entre os beijos, abraços, masturbações, carícias, carinhos... Há duas ações altamente masculinas, poucos homens conhecem por seu nomes, mas, certamente muitos já fizeram.

Refiro-me ao frottage (também chamado rub, "esfregar, roçar, massagear") e ao docking ("colocação"), mas, deixando de lado esses estrangeirismos, vamos à prática.
Mas, esfregar e colocar o que no que?


Como estamos lidando com uma situação entre dois (ou três) homens não homossexuais, a esfregação é entre os pênis durante o abraço, como na ilustração ao lado.

Sentir o membro do camarada latejar junto ao teu é indescritível, o calor dos corpos e a testosterona dando uma leve sensação de embriaguez.

Praticar a masturbação simultânea com apenas uma mão ao juntar os pênis também é algo muito prazeroso.




E docking é a colocação da cabeça do pênis (glande) dentro do prepúcio do outro, como tu observas, não há penetrações (pênis-ânus) e não há citações de buccal stimulation (equivocadamente nomeado "sexo oral") por que, algumas vezes, o camarada ao se empolgar (excite) sujeita o amigo ao ridículo.







É imprescindível alertar que nas três práticas há troca de fluidos corporais, isto é, ocorre a transmissão de doenças sexuais, então fica o aviso de ser cauteloso ao convidar um amigo.

Um gesto de amizade é ambos irem fazer o teste de HIV antes de qualquer intimidade, usem preservativos durante o docking se estiverem muito excitados e não quiserem aguardar o resultado dos exames médicos. Mesmo sendo um hábito o uso de preservativos, não descuide se não estiver seguro da integridade do parceiro.

Ah, outra diversão é a masturbação bucal (boquete), mas essa não é novidade. Depois de certificado estarem saudáveis, só há uma coisa a ser feita... 



DIVERTIR-SE!
EM TODAS AS PRÁTICAS ACIMA,
RECOMENDA-SE QUE UM DOS PARCEIROS USE PRESERVATIVO!

domingo, 3 de abril de 2011

Nós crescemos, mas...




... será que algo parou?


Essa dúvida está na(s) cabeça(s) de muitos homens.

Se tu entendeste do que estamos falando aqui ou se ficou muito confuso, visite o blog dos curumins e logo vais ficar por dentro do assunto (que é o Mapinguari¹ para muito adulto)!

A figura aqui é do nosso velho amigo Chefe Apache² cujo super poder era o de aumentar seu tamanho.








Imagem: Apache_Chief_by_mmmmmpig
Quem são: Wikipédia [1] e [2]


sábado, 2 de abril de 2011

Afeição e atração não é afeccão.


Mergulhamos fundo com a gurizada em reflexões sobre economia de água, saúde e lazer [link]. Enquanto a garotada se divertia, os maiores foram convidados para conversar sobre um sentimento que pode surgir quando se está seminu ou despido junto a outros rapazes, trata-se do mancrush, termo popular em Inglês para “atração masculina” [link].
E este assunto aprofundaremos aqui nesta publicação.
Por causa da vulgarização do carinho, afeto, atenção e consideração gerada pela subcultura perniciosa, a sociedade (mais especificamente a ocidental e a ocidentalizada) reforçou e generalizou sua concepção pejorativa acerca da convivência amistosa e especial entre dois (ou mais) homens, ao mesmo tempo em que falsamente aprova maravilhada a união sexual e marital entre dois homens ou mulheres. Por sinal, o relacionamento amistoso que está sendo apresentado não é fora do comum entre as mulheres por serem livres suas expressões e praticamente isentas de censura.
Todo homem tem o direito de não querer contato físico carinhoso, entretanto, essa característica de personalidade não deveria ser adotada pelos demais homens nem atribuída como prova de masculinidade.
A subcultura também colaborou para que fosse restringido ao homem (heterossexual ou assexual) externar sua opinião positiva quando se depara com um homem bonito, bem-afeiçoado ou de aspecto agradável.
Ao homem lhe é permitido sim demonstrar carinho para com outro homem e elogiá-lo cordialmente, desde que não haja desrespeito ou inconveniência.
Esse benquerer masculino está sendo chamado popularmente de bromance e quando surge atração física (mancrush) há uma das duas direções a se tomar: bissexualidade (ou homossexualidade se deixar de manter relações sexuais com mulheres) ou se adota a filosofia g0y (e/ou assexual caso não haja vontade de praticar sexo também com mulheres). Em todas as hipóteses citadas prevalece o preceito de que o homem não é gay (leia-se afeminado, afetado, maricas etc.).
Às vezes, por ignorar o conceito homossocial (dependendo da intensidade) muitos homens foram precipitadamente levamos a bi- homossexualidade e até ser considerados gays, não quer dizer que não sentiram prazer no coito (penetração) entre homens, porém, com o passar do tempo, eles verificaram de que não era isso que buscavam em uma amizade íntima com outro homem e deixaram de praticá-lo, ou simplesmente o praticam sem que faça parte do foco central da relação sexual. A experiência foi válida para o autoconhecimento e reafirmação dos princípios masculinos, íntegros e viris, mas ela é desnecessária quando se conhece previamente que a homossocialidade não se configura apenas no que se refere às práticas sexuais.
Compreenda-se e seja assimilado que: afeição e/ou atração masculina não é o mesmo que afecção (sf. Med. doença) libertina nem pederastia.
Muitas pessoas ainda enxergarão essa expressão ímpar de amizade masculina sadia e íntegra como “conversa de enrustidos” ou de quem ainda está “dentro do armário”, mas não tem problema porque não se deve dar crédito à opinião de aqueles que são coniventes com a sociedade inescrupulosa em que lamentavelmente sobrevivemos.
Releia, raciocine e recomende.
Imagem: Favre_mancrush (Sim, eu me amo também)

quinta-feira, 17 de março de 2011

"Animê"-se!



Animê é o nome que se dá para o desenhos animados produzidos no Japão. Há para o gênero masculino e para o feminino, assim como para idades diferentes e sobre inúmeros temas.

A respeito de temas (en Español), há dois gêneros relacionados ao envolvimento sexual (ou não) entre homens: shonen-ai e yaoi.

Pondo de lado esse particular de os personagens terem tendência ao ato sexual, vamos enfocar no relacionamento, amizade que eles têm. Um exemplo de animê que envolve o sentimento forte entre homems (sem abordar explicitamente sexo) é o yaoi Close the last door que fala sobre um homem de negócios que nutre um profundo sentimento por seu colega de trabalho recém-casado.


Com o tempo haverá mais sugestões de animês e vídeos que ilustram a amizade (íntima) masculina.
No blog dos marmanjos o assunto foi a influência do Porutogarugo no Nihongo... Quê? Não entendeste?! Acesses lá que vais saber do que se está falando.
Fonte de pesquisa: Wikipedia em pt e es.
Imagem: close-the-last-door-175096
Link/vídeo: RUKIA00014900000

domingo, 13 de março de 2011

Pensando com a de cima...


Aqui há outro assunto direto do blog da rapaziada que também nos envolve (tanto por se tratar de nossa própria saúde como dos nossos filhos, sobrinhos, afilhados ou irmãos menores)

Após ler a página do blog, pense em como abordar o assunto com o garoto pelo qual tu és responsável e preste atenção se ele sente vontade de conversar contigo mas não o faz por vergonha.

Conversaremos mais adiante sobre questões culturais da circuncisão (os que são pró e contra) aqui mesmo nesta página, aguarde!







Imagem: 0b187629-6261-4239-8c6b-e6c2bbd005d5.jpg


(Estendendo o assunto, 13/03/2011)

Tanto barulho pelo bráulio, por quê?


Como foi dito, vamos conversar aqui sobre as questões culturais da circuncisão, os que são pró e contra ao ato cirúrgico que retira o prepúcio (pele que recobre a glande) seja por questão de saúde/higiene, simples opção, motivos culturais ou espirituais.

Iniciando pelo menos complexo: pró-higiene, saúde e/ou estética.

Quando não há como tratar da fimose com pomada ou ato cirúrgico simples (sem retirada do prepúcio), então é preciso recorrer à circuncisão. Isso é indispensável.
Há médicos que recomendam a circuncisão por estar "(...) associada a índices mais baixos de infecção pelo HIV, de acordo com estudos epidemiológicos e ecológicos. A circuncisão masculina é a remoção cirúrgica do prepúcio do pênis (379). Os homens não circuncidados têm de duas a oito vezes mais chances de contrair o HIV" (fonte: bibliomed).

Alguns chefes de família optam também por circuncidar seus filhos quando pequenos para facilitar a higienização do pênis. Também se alega que seja mais bonita a exposição da glande permanentemente.

No que tange à cultura, representa o rito de passagem da fase infanto-juvenil à adulta, status de maturidade ou aceitação/reconhecimendo pelos demais indivíduos da sociedade como membro, pronto para a reprodução. O exemplo mais observado de cultura circuncisória é a judaica que procede como um rito de ligação do menino recém-nascido (após oito dias) com o Divino.

Todavia, não são todos que aprovam essa ação quando desnecessária, isto é, quando não envolve questões de saúde. Seu nome é Lloyd Schofield e ele é o ponta-de-lança (coberta) contra o ato de "... agarrar o menino e cortar a parte mais sensível do corpo", associando a circuncisão à mutilação feminina. E a comunidade judaica revida a postura.

Voltamos à Reforma e Contrarreforma, agora, Prepucial. No Brasil o representante pró-prepúcio (anti-circuncisão) é Dâniel Fraga (Yes, we have!), e então?

Por questões de higiene: ensinar a criança a arregaçar a pele que recobre o pintinho e quando for adulto não esquecer desse valioso ensinamento. Quanto ao desempenho sexual, também há discordância entre cientistas.

Sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST): usar preservativo (préservatif, camisinha, condom, condón, ) é recomendado e indispensável, não apenas como contraceptivo. Segundo pesquisadores americanos a circuncisão não evita transmissão de HIV para mulheres.

Prós e Contras, certo ou errado... A questão é não entrar em pé de guerra.

Se seus preceitos são a favor da circuncisão e sua família é unânime quanto aos desígnios espirituais, não há razão para pessoa alguma se intrometer nessa decisão. A criança crescerá consciente de sua fé e que a prática foi necessária. Um blog para quem aprecisa ser circuncidado: circuncidadosnanet.

Ou se você não vê necessidade em circuncidar por questões de saúde nem espirituais, então ninguém tem a ver com isso e não se pode alegar que você é "impuro" ou "pagão" por causa de uma pele. E para quem aprecia ter prepúcio: foreskin e mais: com direito à superhero! (em Inglês).

Circuncidar por necessidade ou espiritualidade, manter o prepúcio por identidade.

Fonte de pesquisa e vídeos: links.

sábado, 12 de março de 2011

About homosociality


No blog dos rapagões, conversamos sobre homossociais, o que é e quem são. Lá também encontrarás o significado desta bandeira.





Estamos te aguardando, até!

Imagem: homosocial_flag

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cu-o-quê?


No blog para a rapaziada. conversamos de maneira bem animada sobre um item dos acessórios imprescindível (ou quase) na vida do homem. Vamos lá, confira!







Um forte abraço, seus cuecas!






Imagem: 6dcf52bf-57f7-4df1-85ff-35447eb2107d

Post Scripto: Continuamos nossa conversa sobre cueca e andar peladão com os brows, confira!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Estandartes Sexuais.


Ao analisar sobre as sexualidades hetero-, bi-, homo- e pansexual, a 5a e última orientação sexual ou melhor dito: assexual.

Segundo a definição do "oráculo" Wikipédia, assexualidade é:

"Assexualidade é a ideia de orientação sexual caracterizada pela indiferença à prática sexual, ou seja, o assexual é um indivíduo que não sente atração sexual, tanto pelo sexo oposto quanto pelo sexo igual. Algumas pessoas acreditam que a assexualidade não é uma orientação sexual mas uma disfunção sexual. E também existem algumas pessoas que não acreditam na existência da assexualidade."

A organização AVEN (Asexual Visibility and Education Network) é "a maior comunidade virtual de assexuais mundo, a qual, além disso, alberga um extenso arquivo de recursos e informação sobre assexualidade. Os esforços de AVEN estão dirigidos a criar um ambiente de discussão aberta e honesta sobre o tema, tanto para pessoas assexuais como sexuais" (texto traduzido do espanhol).

Há pesquisas sérias e interessantes sobre assexualidade, uma de elas está sendo realizada pela pedagoga e mestra em Sociologia da Educação Dr. Elisabete Regina Baptista de Oliveira que se empenhou em criar um [blog] parafins de estudo e esclarecimento, pode se dizer que é uma das pioneiras sobre o tema no Brasil.

Assim como os da cultura GLBT possui uma bandeira (amplamente divulgada pela mídia, diga-se de passagem), há propostas de bandeiras para os heterossexuais [1] e [2], para os bissexuais [3]*, para os pansexuais [4], é óbvio que há para os assexuais [5].

Cada cor simboliza uma expressão e ideal de aqueles que levantam as bandeira, para conhecê-las requer certo tempo de pesquisa e empenho há muitas histórias e curiosidades sobre cada uma de elas.

É curioso como antigamente as pessoas diziam “não vai dar bandeira...”, isto é, sinalizar (demonstrar publicamente) certa postura/opção sexual ou ideológica, mas hoje em dia bandeira é o que não falta, há para todos os gostos (e alguns desgostos).

Fonte de pesquisa: Wikipédia (em Inglês e Português)

http://www.crwflags.com

Imagens: plurisex.PNG

*Verificar posição real da bandeira.


sábado, 5 de março de 2011

Chutando o tédio.

Agora mesmo tu estás em frente ao computador passando o tempo, depois de ter estado em algum site, visto um vídeo no Youtube, checado o Orkut/Facebook, e-mail, jogado on-line, conversado no MSN ou chat etc. e tal..

Se tu estás lendo esta página pela parte da manhã de um domingo, sábado ou feriado, faça o seguinte: olhes para fora da janela. Se não está chovendo e as condições são propícias, o que tu estás fazendo em frente ao computador?

A Internet dá para ser vista a quase a qualquer hora, mas nem toda hora é oportuna para sair e se divertir. Está bem, tu podes preferir a vida noturna ou estar com a esposa (se tiver). De todo jeito faz bem os camaradas que estão disponíveis para sair. Se tu conheces poucos e estão ocupados ou se ainda não fizeste um amigão do peito comece a te esforçar em expandir teu rol de amizades! Claro que não deves esquecer-se de convidar o irmão, o primo, o vizinho, o afilhado, sobrinho, os filhos (se tiveres) ou alguém próximo que conheça, cunhado ou genro, enfim.

Certo, tu conseguiste procurando aqui e ali reunir um grupo, para que? Ah, isso fica ao vosso critério, mas, se quereis uma dica de atividade: futsal (futebol de salão, quadra, cancha) é uma boa pedida! Por que eu não disse futebol? Por causa das vantagens desta variante, vejas:

A primeira são as dimensões do espaço, não precisa ser um campo gramado de estádio, apenas uma cancha (leia-se quadra no Brasil) de 35 metros (pode ter 5 m. a mais ou a menos) de comprimento por 18 metros (2 m. para mais ou para menos) de largura e pronto.

Como ninguém na hora vai se preocupar medir o local é mais adequado aquela quadra do condomínio, do prédio, do bairro, do clube, da universidade, do trabalho/empresa... Ir para a o trabalho dia de domingo? Sim, conversando com a coordenação ou chefia para autorizar o uso do espaço pode levar o pessoal contanto que se identifiquem e que não suje nem depredem, ser responsável é ter moral na casa!

Quadra/cancha: confirmada! Pessoal... Hum... Complicou? Calma. No futebol convencional são 11 jogadores em cada time, fazendo o cálculo teria de juntar 22 amigos no mínimo, se for à universidade é interessante marcar com caras de outros cursos. No chutebol de quadra/cancha (ou canchute, neologismos) o número é menor.

Cinco em cada time, isto é, no total é quase o número de um time de futebol convencional com direito a juiz (o 11º jogador) ou aquele que vigiará vossos pertences e curtir o torneio "do século" na arquibancada. As posições e suas funções são:

Goleiro – defende o gol de todos os ataques do adversário e também pode atacar;

Fixo – defensor, semelhante ao zagueiro;

Dois alas (esquerdo e direito) - Conduzem o jogo na lateral da quadra;

E pivô – movimenta-se no ataque.

As regras do jogo são parecidas com as do futebol tradicional, mas há suas particularidades em como cada um atua no campo e até sobre as dimensões e peso da bola usada (necessita-se advertir que futsal é uma modalidade e futebol de salão, outra; aqui as cito como sinônimos). De qualquer maneira improviseis sem atrito tenteis seguir algumas regras e tenhais respeito uns pelos outros porque isto é fundamental em qualquer atividade.

Preste atenção: o que conta é se divertir com a rapaziada, nada de buscar ser o macaco-velho ou humilhar o time adversário nem fiques danado da vida se o time não marcou muitos gols, lembre-se que você está jogando com os seus amigos, colegas, familiares e com pessoas que estão querendo curtir o momento.

Falando de gol... Outra vantagem: o número de gol é bem maior porque o campo é menor e os passes são mais rápidos e precisos. A estratégia, agilidade e resistência são desenvolvidas.

Resistência não é chegar ao limite físico, tomes muito cautela: Beba água (pequenos goles para não dar ânsia de vômito), descanses entre as partidas e uses protector solar caso não seja em um salão nem em uma cancha coberta para evitar futuro câncer de pele. O vestuário também é importante: uma bermuda (não jeans) e camisa (larga com ou sem mangas) apropriadas e calce um tênis meio velho,não jogue descalço ou de chinelo/alpercata porque pode se machucar nos passes e o que era diversão vira preocupação. Se marcar para a noite: uma camisa e bermudas mais grossas e largas.

Se tu estás um pouco acima do peso ou fora de forma por falta de atividades, recomendo uma posição que não exija tanto, mas ao adquirires apreço pelas partidas terás perdido alguns quilos e/ou começarás a sair do sedentarismo! Depois vós podeis se dirigir à uma lanchonete ou casa de um amigo para recobrar as energias.

Se tu já tens fome... De bola! Que tal saires para uma pelada com os amigos? Se tu és perna-de-pau conheças uma turma em que a maioria também seja e riam muito de todos os frangos cometidos! Mas, se de jeito nenhum futebol (seja qual for) te chama atenção, não tem problema, procure alguma atividade de tua preferência.

Sempre e sempre é bom repetir: estar reunido no bem evitando os vícios é o melhor esporte porque faz bem para a saúde e não tem contra indicações!

Boas partidas!


Imagem: 1291243809_35223750_3-Traves-de-Futebol-de-Salao-Sao-Paulo-1291243809

Fontes de pesquisa: http://www.cbe.esp.br/modalidades.php e Wikipédia.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Sociabilidade su-real. Parte 2.

Voltando à questão da socialização, o espaço virtual é um lugar acolhedor para passar o tempo, trocar idéias, expor opiniões e expressar sentimentos. Pode se fazer amizades de vários tipos e não é raro acontecer de buscar conhecer pessoalmente uma de elas.

Muitos de nós já tivemos vontade de ir conhecer alguém com quem conversou por horas, dias, semanas e até meses pelo MSN, trocando correspondências eletrônicas e mensagens de telemóvel. Enfim, chega aquele dia inevitável.

Quando se vai encontrar uma mulher é tranqüilo, corriqueiro, trivial e banal. Mas, quando marca encontro com outro homem com quem se fez um forte laço de amizade, então complica para alguns. Por quê?

Porque não é muito comum um homem marcar encontro com outro, vem aquele pensamento à cabeça “Ih, isso é coisa-de-maricas”, e mesmo que queira dizer para si mesmo “Não, é um amigo!”, não é um amigo de longa data, não é um primo, um colega, um primo, um irmão, o tio nem qualquer outra pessoa que tenhas conhecido antes, ali é o começo.

Tudo é amizade, e a priori nenhum dos dois tem a intenção de ir partindo para o terceiro nível de aproximação. Está ali para conversar, caminhar, divertir e tal. Afinal de contas, se combinaram de se conhecer é porque há muito comum e a necessidade de estar perto de alguém cuja afinidade extrapolou os meios de comunicação, desintegrou distâncias e diluiu receios.

É imprescindível alertar: Por mais que seja constrangedor ir conhecer pessoalmente aquele amigo do peito sempre o faça em um local público, praças com pessoas por perto, shoppings, pontos turísticos, cinemas, lanchonetes, restaurantes e onde mais houver disponibilidade, pois, segurança nunca é demais. E o amigo vai respeitar e até concordar com tal cautela reconhecendo que o mundo real não está para brincadeiras como no virtual.

Tenha-se 21 ou mais de 29 anos, o cuidado é o mesmo, mas, sem paranóias... Ir com fé e determinação, aproveitar e estreitar a amizade. Não se está indo encontrar a futura “esposa” e sim um amigo muito benquisto que será integrado no rol das amizades e que pode vir a fazer parte, de ali para adiante, da história de uma vida.

E vale a pena repetir: um amigo do bem é um dos maiores bens que se tem na vida esteja perto ou distante, mas sempre presente no coração.

Sociabilidade su-real. Parte 1.


Sociabilizar-se, integrar-se, enturmar-se... Não vem muito ao caso o nome que se dê para a ação de estar incluído em um grupo, e tampouco é algo simples para alguns homens.

Há muitos fatores que impedem de alguém estar interagindo com os outros, às vezes é por desconhecimento das pessoas, falta de contacto, assuntos... E um que, mesmo havendo assuntos com pessoas conhecidas, é entrave na certa: a famosa (e infame) timidez.

É, há a timidez em se expressar, em falar em público, se apresentar aos outros e por aí vai... Para isso houve várias maneiras de burlar esse obstáculo ou fazer com que os tímidos deixassem de sentir tanto a conseqüência que a timidez traz: solidão.

Antes era muito comum fazer amizades por correspondência com alguém de outra cidade estado e até país (tu mesmo podes até ter sido adepto de essa interatividade), todavia, com o surgimento da Internet e redes sociovirtuais foi criado um espaço em que os tímidos podem ser eles mesmos sem receios de pré-julgamentos. Não apenas para os tímidos, claro, homens maduros também acham interessante expor sua vivência aos mais jovens fazendo uma troca de conhecimentos, compartilhando experiências.

Em salas de bate-papo, chats, fóruns e por mensagens via celular as distâncias foram transpostas de maneira vertiginosa e quase surreal. Eis um ponto a ser bem observado: o “mundo” virtual.

Virtual possui muitos sinônimos: ideal, ilusório, imaginário, irreal, quimérico e utópico; são alguns de eles. No “mundo” virtual o tímido pode não ser tão tímido e o lobo pode se vestir de ovelha...

Não se quer aqui pôr nenhum medo entre aqueles que querem fazer amizades no bem em salas de bate-papo, mas, se não devemos ser imprudentes ao conhecer os outros pessoalmente, menos ainda deveríamos ser com quem não temos como verificar a seriedade olho no olho (sem uso da webcam).

O mundo virtual é parecido à um “baile de máscaras” onde não se consegue distinguir o que é rosto do que é máscara, apenas com uma aproximação segura e precisa é possível conhecer mais a fundo com quem conversamos, mas isso requer certo tempo e até um encontro no mundo real quando convém.

Obs.: Cuidado ao fornecer informações em salas de bate-papo, diga apenas o necessário e não entre em detalhes sobre situação financeira ou particularidades que possam pôr em risco a integridade.

Obs. 2: Se tu és papai ou responsável de um menino ou rapaz, prestes muita atenção em quais páginas de bate-papo o teu filho vem acessando e as amizades que ele tem. Ser atencioso não é ser dominador. Conversaremos melhor sobre isso em uma próxima publicação.


Imagem: timidez2.jpg

Link: Wikipédia-PT

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Neologismo


Estudando acerca das relações próximas entre homens, constata-se que muitas fraternidades estão dentro dos parâmetros da homossocialidade, termo desenvolvido pela sociologia hodierna que está sendo analisada e ampliada na Fraternidade.
Em latim homo deriva de hominus significa “homem”, como expresso em homo sapiens. Por isso se crê que a palavra homossocial faz referência apenas ao indivíduo masculino. Todavia, essa partícula (homo) está sendo aplicada no sentido de sua homógrafa grega, i. e., “o mesmo”. Então, homossocialidade faz referência a uma sociedade formada por pessoas do mesmo sexo e/ou ideal, costumes, entre outros.
Ao observar a característica, ora intrínseca ora ampla, da homossocialidade e tendo em mente a propagação deturpada da palavra homo (seja na acepção latina ou grega), surge um embaraço para a maioria dos homens ao refletir sobre si como homossocial.
Para resolver esse impasse, recomenda-se substituir o vocábulo homo por seu equivalente viro (também de origem latina), donde deriva viril, virilidade, varão, varonil, varonia.
Por essa questão, virossocialidade é um neologismo mais adequado cuja definição não difere da sociológica, entretanto especifica a qual gênero se refere.
É imprescindível notificar que o intercâmbio de homo- por virossocialidade, ainda que aparente se tratar disso, não é de cunho homofóbico porque não há medo mórbido nem aversão invencível com relação a outro homem e tampouco a algum semelhante.

Preceitos, preconceitos e promiscuidade.


Muitos homens professam crenças, espiritualidades ou fé, algumas de essas embasadas nas leis e nos mandamentos judaico-cristãos. Em esse particular pode acontecer uma crise de identidade, temor e receio gerado pelo choque entre os ensinamentos teológicos e os sentimentos particulares. E surge a colisão “Testamento VS. Testosterona”.

Em algum momento foi dito para um rapaz cuja família é religiosa (praticante ou não) que “é pecado e abominável um homem deitar com outro homem”, citando até as passagens bíblicas a seguir:

"Não te aproximarás dum homem como se fosse mulher, porque é uma abominação" (Levítico 18:22);

"Aquele que pecar com um homem como se ele fosse uma mulher, ambos cometerão uma coisa execrada" (Levítico 20:13).

Duas frases que, não lidas com seriedade, fizeram muitos homens passar o resto da vida frustrados, considerando-se anômalos e, em casos graves, cometerem suicídio.

Para pôr à mortificação dos homens cujos preceitos são judaico-cristãos, releia atentamente isto: “Não te aproximarás dum homem como se fosse mulher” e “Aquele que pecar com um homem como se ele fosse uma mulher”, o que há de semelhante nas duas frases?

Resposta: “homem como se fosse mulher”, mas como um homem se faz de “mulher”?

Quando deprecia sua própria a masculinidade (ou de outrem), tornando-se (-o) efeminado. Não se quer com isso dizer que um homem para ser dito “homem” deixe de ser educado, cortês, cavalheiro, todavia, não significa que deva usar trajes femininos, adereços e outros adornos e posturas.

E na prática do coito (penetração pênis - ânus), sexo anal. Mesmo que o homem penetrado seja masculino, naquele momento está se passando por “mulher” para outro homem. Muitos homens apreciam essa conjunção carnal também com mulheres por alegarem ser prazeroso devido orifício ser estreito, óbvio, o prazer é captado pelas terminações nervosas do pênis. Homens que apreciam ser penetrados alegam sentir prazer por causa do estímulo da próstata. Agora, fica a pergunta, a mulher sente prazer por quê?

Em uma relação entre homens em que há respeito pela própria hombridade e a do amigo, onde não há submissão do outro (fazê-lo de “mulher”, penetrá-lo) e cujo principal alicerce é a amizade construtiva e bem-querer salutar não se encontra algo impuro.

O preconceito existe por motivo da incompreensão, generalização e massificação, entretanto, o que se passa na intimidade entre dois amigos não diz respeito a terceiros, basta diminuir a idéia estereotipada de serem categoricamente homossexuais dois homens que tenham um afeto e consideração mútua ou pré-disposição à promiscuidade.

E em muitos relacionamentos homem-mulher há mais depravação e promiscuidade do que numa relação entre homens sadia, viril, responsável e tranqüila. Se for analisar a fundo essa questão, podem-se notar inúmeros exemplos de como a sociedade supervaloriza costumes no mínimo ambíguos.

De um lado se expõe as mulheres-fruta e os pegadores, e do outro é propagandeada a liberdade sexual (leia-se, GLBT). Culturas diferentes que se unem contra quem não se coaduna de todo com elas. Em épocas de carnaval e em carnavais fora de época a exposição desenfreada do erotismo, sexo e da sexualidade é vista como algo comum, porém, uma demonstração de afeto mal analisado é um “atentado ao pudor”.

Há muito a ser refletido, mas, também é verdade que pouco pode ser mudado. O que é fundamental para cada homem que esteja lendo este texto é prestar atenção em como se sente e se um relacionamento amistoso como o que está sendo mostrado aqui prejudica a si ou a outrem. Se não prejudica a si nem a outrem (tendo em mente o que foi discutido sobre ser e/ou se fazer de “mulher”), então não é pecado.

O discernimento do que é íntegro, salutar, respeitoso e construtivo e do que não é está dentro de cada um, basta exercitá-lo com perspicácia.


Fotografia: pensando

Níveis de amizade (íntima).



Na publicação anterior compreendemos que nossa relação amistosa não possui traços marcantes da subcultura GLBT, contudo, a intimidade existe e é preciso compreender que nossa liberdade termina onde começa a do outro, isto é, que precisamos identificar em nossas amizades com quem podemos vivenciar certos níveis de proximidade (contato físico).
Com base em uma análise empírica (apenas na experiência, e não no estudo) deduziu-se haver três níveis de amizade íntima:
No primeiro nível há os costumeiros apertos de mão, tapinhas nas costas e abraços rápidos e formais;
Segundo nível: Estar lado a lado no sofá (por exemplo), dormir ou deitar junto na mesma cama, trocar de roupa um na frente do outro;
Nível três: abraços apertados, intensos, apalpações, contrações entre os corpos (vestidos ou despidos), frottage, docking, boquete (sexo oral) e transa (sexo anal, não obrigatório).
Atenhamo-nos a duas ações não citadas nos três níveis acima: masturbação (estímulos com a mão ou por outro modo, inclusive com a boca) e beijo.
Não tê-los incluído não significa que não ocorram, pelo contrário, justamente por serem atos que podem estar presentes nos três níveis dependendo da situação e de com quem se esteja é que requer uma atenção especial.
A masturbação com amigos é algo corriqueiro para muitos homens desde que começaram a descobrir o próprio corpo na puberdade (10 ou 12 anos). Com primos, vizinhos, colegas da mesma idade ou não, é algo bem natural e divertido cujo cunho sexual consiste a priori em ejacular, muitas vezes há comparações e competições sem que isso saia do nível 1 após a brincadeira, entretanto considerado de nível 3 quando é realizado com a boca (boquete).
Um camarada mais próximo pode estar no campo do nível dois, um chama o outro para dar aquela “aliviada” juntos, acostumados a se verem sem roupa, lado a lado no sofá, na cama ou no chão sentindo aquela energia fluindo sem restrições com conversas animadas compartilhando experiências.
Tal contacto caminha ou não para a terceira etapa da intimidade entre amigos, após a masturbação, acostumado a estar sem roupa, acontece de irem tomar banho juntos seja por causa da pressa ou naturalidade. Lá acontece de se animar outra vez e surgir uma “mão amiga” e por aí adiante...
Beijar é mais complicado do que segurar o pênis do amigo porque, ainda que seja algo que não necessita sequer estar com a calça arriada, é um gesto que para muitos significar pôr em prova a própria masculinidade. Depende da situação, depende da pessoa e depende do beijo e como foi conduzido para isso.
Simples curiosidade, experimentar para “saber como é”, vontade/prazer ou no calor do momento ser algo inevitável. Claro, visto ser muito estranho estar no nível três sem haver tido um contato lábio a lábio. Obviamente não é regra haver beijo na boca entre amigos, tampouco estamos tratando aqui de uma singela amizade. Então, fica a critério dos dois (de comum acordo) haver ou não tal ato oscular (beijo).
Existe permeando os três níveis um sentimento que não carece de contato físico (ainda que o tato seja uma extensão), é expresso através do som e da luz, da fala e da visão, da conversa e do olhar, enfim, a benquerença a alguém é capaz rasgar o espaço e dissolver o tempo.
Tal intimidade descrita nos níveis dois e três é uma conseqüência e não uma finalidade, uma meta a ser alcançada. Sentir-se bem ao lado do amigo é primordial, estar à vontade com ele resulta do período, da confiança e da consideração mútua. Você me pergunta: “Mas, eu posso investir, jogar verde para colher maduro?”, a resposta é sim, entretanto tenha desenvoltura para não ofender nem ser mal interpretado, nada como uma conversa camarada sem exigir, impor nem obrigar, os momentos acontecem sem forçarmos e quando menos aguardamos. Afinal de contas, os dois são amigos.
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Imagem: casais_istanbul